DIA MUNDIAL LIBERDADE DE IMPRENSA EM MOÇAMBIQUE 2018

Alusivo à celebração do dia Mundial de Liberdade de Imprensa, foi realizado no dia 3 de Maio de 2018, um evento sob o lema “Mantendo a vigilância sobre o poder: A imprensa, justiça e Estado de Direito”

Sociedade Civil Avalia o Impacto dos Investimentos para as Comunidades

Embora com algumas excepções, de um modo geral, a olhar pelos relatórios divulgados pelas Organizações da Sociedade Civil que operam no país, os reassentamentos continuam a violar alguns direitos humanos e a impor desafios principalmente às mulheres e crianças, por serem as pessoas que mais tempo passam nos lares improvisados.

Durante o Seminário Nacional sobre Reassentamentos, Direitos sobre a terra e segurança alimentar das comunidades afectadas pelos grandes investimentos realizado no mês de Junho em Maputo, a Presidente da Comissão Nacional dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Moçambique, Ivete Mafundza referiu, por exemplo, que em todas as comunidades abrangidas pelos projectos Vale Moçambique, Anadarko, ProSavana e Corredor de Nacala são quase inexistentes estudos específicos de monitoria da segurança alimentar e nutricional, e a Ordem dos Advogados de Moçambique tem constatado uma série de irregularidades, queixas, ameaças e violação aos direitos fundamentais das comunidades que se manifestam de forma preocupante. “Em Marara, província de Tete, parte da comunidade de Cassoca, de pouco mais de 289 famílias afectadas pelo projecto de exploração de carvão mineral ainda não foi reassentada, não obstante o processo de reassentamento ter sido iniciado me 2010. As famílias em causa vivem num ambiente que as expõe à poluição e que periga as suas vidas. O facto de já terem transcorrido seis anos e ainda não ter sido concluído o processo deste reassentamento, revela tratar-se de uma situação injusta e motivo de justificada preocupação,” disse Mafundza.

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A batalha social e legal das mulheres na comunicação social

Desigualdade de género, assédio sexual e estigmatização são algumas das barreiras que muitas mulheres que sonham com uma carreira profissional tem enfrentado no mundo da comunicação, barreiras cujos dispositivos legais muitas vezes ignorados podem ajudar a ultrapassar.

Texto: Assmina Macuácua    Fotos: Adérito Maundze

O TESTE

Esta foi a declaração do Jacob Mapossa, estagiário do Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação, CEC, no âmbito de encerramento do ciclo de estágios e atribuição de certificados a todos(as) beneficiários(as) destas oportunidades.

 

Jacob Mapossa, estudante finalista do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação e Artes  (ECA) da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) estagiou no CEC na área de Observatório de Media, uma plataforma que promove fóruns permanentes de debate, pesquisa e advocacia sobre a qualidade, diversidade e respeito às questões éticas na media em Moçambique.  

“A Tragédia de Caphirizange e a Indústria Extractiva”

Foi lançado, nessa sexta-feira, em Maputo, o estudo sobre “A Tragédia de Caphirizange e a Indústria Extractiva”. A pesquisa conclui que a comercialização ilegal do combustível beneficia a indústria extractiva, sendo que e o Estado deve pensar num modelo a implementar no país visto que o sector cresceu drasticamente e não se observou o acompanhamento, manuseamento e conservação do mesmo o que consequentemente gera oportunistas.

Acesse o Link abaixo para baixar o relatório da pesquisa!

 

 

CEC CONFERENCIA INTERNACIONAL SOBRE PAZ 2017

A 7ª Conferência Internacional do Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação, CEC, decorreu subordinado ao tema “Media e Conflitos: Os desafios da orientação de uma informação pública promotora do diálogo e da paz em Mocambique”.

DEBATE SOBRE ABORDAGEM DOS MEDIAS EM RELAÇÃO AO SECTOR INFORMAL NO CONTEXTO DE EQUIDADE DE GÉNERO

O debate decorreu hoje, dia 17 de Agosto, tendo como foco o papel do Jornalismo Económico na valorização do Sector Informal. O evento serviu para criar um espaço de partilha das experiências da Rádio Moçambique (RM) e do Grupo SOICO na cobertura dos desafios que o Sector Informal

Sobre a Revista “Comunicação & Sociedade”

Sobre a Revista "Comunicação & Sociedade"

A Revista Comunicação & Sociedade, com periodicidade anual, é propriedade do CEC (Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação) e a primeira de especialidade publicada, em Moçambique, desde 2011, ano do lançamento público do CEC.

A Revista Comunicação & Sociedade, com periodicidade anual, é propriedade do CEC (Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação) e a primeira de especialidade publicada, em Moçambique, desde 2011, ano do lançamento público do CEC.

Ao longo destes anos, a Revista Comunicação & Sociedade tem assumido um papel essencial no debate sobre a Comunicação, Media e Sociedade Moçambicana, sendo uma fonte incontornável para os estudos de Comunicação Social sob os quais incidem grande parte dos artigos publicados.

Depois de sua primeira avaliação pela Agência Internacional ISSN, em 2016, a Revista Comunicação & Sociedade foi regista para o formato impresso com o número – ISSN 2519-7339 – e o número – ISSN 2519-7347 para as publicações online.

 

 

Presidente do CEC: Ernesto C. Nhanale

Conselho Editorial:

  • Ernesto C. Nhanale (CEC/Escola Superior de Jornalismo)
  • Leonilda Sanveca (Universidade Pedagógica de Maputo)
  • Lucca Bussoti (Instituto de Estudos Africanos da Universidade de Pernambuco, Professor Associado visitante )
  • Francisco Leonardo Vicente (Universidade Eduardo Mondlane)
  • António A. Eduardo Namburete (Universidade Eduardo Mondlane)
  • Mário Fonseca (CEC/Universidade Eduardo Mondlane)

Conselho Científico:

  • Lucca Bussoti (Universidade Técnica de Moçambique)
  • Leonilda Sanveca (Universidade Pedagógica)
  • João Miguel (Universidade Eduardo Mondlane)
  • António A. Eduardo Namburete (Universidade Eduardo Mondlane)
  • Francisco Leonardo Vicente (Universidade Eduardo Mondlane)
  • Egidio Paulo Guambe (Universidade Eduardo Mondlane)
  • Isabel Ferin Cunha (Universidade de Coimbra/Portugal)
  • Helge Ronning (Universidade de Oslo/Noruega)
  • Mara Clemente (Instituto Universitário de Lisboa – ISCTE)
  • António Hohlfeldt (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul)L
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