Revista Comunicação e Sociedade 2016

Da autoria de Luca Bussotti, Miguel de Barros, Gilson Lázaro e Redy Lima, o livro “Os Direitos Humanos e a Imprensa nos PALOP – Uma análise comparativa à cobertura da Imprensa sobre os Direitos Humanos” foi lançando no dia 27 de Fevereiro de 2019 na Guiné Bissau e é o terceiro da Colecção Comunicação e Sociedade, criada, pelo CEC, com objectivo de promover as publicações de pesquisadores nacionais e sobre temas ligados à comunicação e sociedade.
Com esta colecção, o CEC pretende dar o seu contributo na construção de um debate e de um pensamento sistematizado sobre o lugar e o papel da comunicação em Moçambique, assim como abrir mais espaços de publicação de trabalhos relevantes, para além da sua Revista Anual.
O livro apresenta o primeiro estudo comparado entre os PALOP (salvo São Tomé e Príncipe) sobre a cobertura da imprensa escrita a respeito da violação dos direitos humanos por parte do Estado. Trata-se de uma pesquisa desenvolvida graças a um financiamento do CODESRIA de Dakar, em que os investigadores aplicaram uma nova metodologia, cruzando análises históricas, análise de conteúdo, entrevistas semi-estruturadas para perceber o tipo de cobertura e de linha editorial de cada órgão considerado.
O assunto abordado é extremamente actual, pois em todos países objecto de investigação, o Estado, além (e por vezes ao invés) de proteger os cidadãos, se transforma no primeiro violador dos direitos mais fundamentais destes.
Com efeito, apesar de existir especificidades nacionais, é possível concluir que a imprensa faz uma cobertura ainda pouco sistemática das violações dos direitos humanos por parte do Estado (e nomeadamente da política e das forças da ordem e segurança públicas), não havendo registado nenhum caso de jornais com uma linha editorial explícita e comprometida para com tal assunto. Existe também uma diferenciação bastante evidente entre imprensa privada e pública, uma vez que a segunda tende a proteger e encobertar mais acções do Estado em violação dos cidadãos de que a tutelar as prerrogativas básicas dos violados, respondendo a uma agenda política clara e que influi directamente na linha editorial.
4 Vagas[1] (2 para Jornalismo Impresso e 2 para Jornalismo Televisivo)
[1]Apenas para mulheres
Sobre o CEC – Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação
O Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) é uma organização fundada em Novembro de 2010, em Moçambique. O seu objectivo é dinamizar a investigação na área da comunicação social, bem como a promoção do intercâmbio entre os órgãos de comunicação, as instituições de formação e os profissionais de comunicação para garantir uma maior contribuição dos seus profissionais na resolução dos diversos problemas que o país enfrenta.
A missão do CEC é produzir conhecimentos na área de comunicação social que contribuam para o desenvolvimento da sociedade, tendo uma visão de um país onde a pesquisa e a formação em comunicação social contribuam para o desenvolvimento das diversas esferas.
Contexto
O CEC está a levar a cabo, desde 2016, uma iniciativa de formação da mulher jornalista comprometida com a justiça social em prol da mulher, criança e equidade de género, através de áreas de actuação como a Pesquisa, Formação/Capacitação em campo, Laboratório Mulher (Rádio, Jornal e TV), Advocacia e Lobby, Empresa Social.
O Projecto Equidade de Género e Justiça Social tem como objectivos:
Natureza do trabalho
No âmbito da implementação do projecto Media Femme, com enfoque para Comunicação Equidade de Género e Justiça Social, o CEC pretende produzir artigos jornalísticos de profundidade sobre a mulher, a criança e justiça social.
Deste modo, para o ano de 2019, CEC prevê produzir, nesses oito meses de trabalho, um total de vinte e quatro (24) artigos noticiosos, das quais dezasseis (16) reportagens escritas e oito (08) televisivas, que serão publicadas na página Web do CEC/Media Femme, podendo ser, os artigos, cedidos para órgãos de informação interessados.
Objectivo do Estágio
Duração
Oito (08) meses, a contar a partir de 1 deAbril até 31 de Dezembro de 2019, devendo cada estagiária efectuar a entrega do trabalho finalizado ao CEC nos termos a serem acordados no momento da contratação.
Perfil das Estagiárias
Condições de candidatura
As interessadas deverão enviar um e-mail com o titilo “Repórter Estagiária para Media Femme”, no campo de assunto e indicar se é para jornalismo impresso ou televisivo para o seguinte endereço: info@cec.org.mz,descrevendo sua motivação e o seu Curriculum Vitae. As candidaturas devem ser enviadas até ao dia 20 de Março de 2019. Apenas candidatas seleccionadas serão contactadas.
Sobre o Centro de Estudos interdisciplinares de Comunicação-CEC
O Centro de Estudos Interdisciplinares de Comunicação (CEC) é uma organização fundada em Novembro de 2010, em Moçambique. O seu objectivo é dinamizar a investigação na área da comunicação social, bem como a promoção do intercâmbio entre os órgãos de comunicação, as instituições de formação e os profissionais de comunicação para garantir uma maior contribuição dos seus profissionais na resolução dos diversos problemas que o país enfrenta.
A missão do CEC é produzir conhecimentos na área de comunicação social que contribuam para o desenvolvimento da sociedade, tendo uma visão de um país onde a pesquisa e a formação em comunicação social contribuam para o desenvolvimento das diversas esferas.
O CEC está a recrutar uma estagiária de administração e finanças com o objectivo de prestar apoio administrativo nas áreas de gestão do escritório, logística, compras, transporte, finanças e recursos humanos.
FUNÇÕES
Finanças
Administração
REQUISITOS
CONDIÇÕES DE CANDIDATURA
O(a)s interessado(a)s devem enviar um e-mail com as palavras “estágio assistente para administração e finanças” escritas no campo de assunto, para info@cec.org.mzdescrevendo sua motivação em máximo de meia página, um CV de máximo duas páginas e indicação de duas referências. As candidaturas devem ser enviadas até ao dia 25 de Março de 2019. Apenas o(a)s candidato(a)s elegíveis serão contactado(a)s. O período de contratação é de 8 meses (Abril à Novembro). Exige-se uma dedicação integral.