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CEC MISA17Membros do Observatório de Migração Digital reuniram-se na manhã desta Terça-feira, em Maputo, para reflectir sobre a modernização, compatibilidade, acessibilidade do processo de migração digital em Moçambique, na mesa-redonda organizada pelo CEC- e MISA Moçambique.

Os participantes concordaram que a percepção da migração digital deve ser clara para que seja inclusiva, tendo sido levantados dois pontos importantes, um sobre a questão da compatibilidade do equipamento e o outro sobre o custo do sinal, uma vez que, numa primeira fase, serão disponibilizados 400 mil set-top-box (descodificador), a um preço compatível ao custo de produção.

Por sua vez, José Guerra, PCA da Televisão Miramar, criticou o facto de o processo da migração digital estar virado apenas aos órgãos públicos. Guerra disse ainda que o estado deveria ajudar a buscar financiamento com juros bonificados para as televisões privadas, pois as dificuldades que estas passam na cobertura de agendas noticiosas, são as mesmas que a da Televisão Pública. Em contrapartida o PCA do TMT, Transporte Multiplexado e Transmissão, Victor Mbeve, assegurou que já iniciou o processo de formação de técnicos que está a decorrer na China. Mbeve garantiu igualmente que haverá transmissão de sinal para todo o país, havendo rede nacional e rede regionais abertas para o público. Contudo, o país corre o risco de não cumprir com o prazo determinado para a SADC, que determina que 2018 é a meta para a conclusão do processo.

De referir que os participantes lamentaram o facto de os representantes de órgãos de comunicação social não se fazerem presentes em eventos como estes, pois servem para ajudar estes profissionais a apresentarem as suas inquietações.

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